“As jovens criam muitas vezes nobres, encantadoras imagens, figuras absolutamente ideais, e forjam ideias quiméricas sobre os homens, sobre os sentimentos, sobre o mundo; depois atribuem inocentemente a um tipo as perfeições que elas sonharam, e confiam nele; amam no homem escolhido esta criatura imaginária; mas, mais tarde, quando já não é altura de se libertarem do mal, a enganadora aparência que elas embelezaram, o seu primeiro ídolo transforma-se finalmente num esqueleto odioso.”
Balzac (A Mulher de Trinta Anos)

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